AQUI FICA O LINK DO NOSSO BLOG DA CURTA METRAGEM, LÁ ENCONTRARAM O GUIÃO, TRAILER E SNEAK PEEK!http://anossacurta.blogspot.pt/?zx=36693b5efd63a670
E ainda o guião!
https://docs.google.com/document/d/1fM7ljWRcjkwen1S5YupbE4uW4Dj_BG8ay7_c3xJCAjs/edit
terça-feira, 4 de junho de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
“Uma esplanada sobre o mar”
Sinopse – Drama/ Suspense
Uma rapariga. Uma tragédia. E
como a distância e o tempo podem mudar tudo.
Quando alguém pensa viver a
vida ao máximo, aproveitando a juventude levada ao extremo, decide mudar de
atitude e de vida, olhando para o mundo com novos olhos.
Decidida a encarar a
fatalidade do destino, isola-se e descobre uma nova maneira de comunicar,
encontrando a paz de espírito que procurava na escrita.
Qual é a sensação de perder alguém?
Argumento
A primeira cena passa-se no cemitério antes da introdução. Vêem-se as mãos de alguém que pousam uma flor/ ramo de flores numa campa, no entanto o espectador não sabe a quem pertencem as mãos e poderá pensar que se trata da campa de João, namorado de Maria.
Posteriormente, inicia-se a introdução onde várias fotografias aparecem com o intuito de mostrar a vida de Maria e do seu “falecido” namorado, a infância de cada e as suas realidades recentes. No entanto, a vida que apresentamos vivida por esta personagem, Maria é uma vida de excessos. Levamos o espectador a pensar que se encontra nesta situação para se consolar em relação à morte do namorado. No entanto, Maria sempre fora uma rapariga rebelde e despreocupada que encontrava os prazeres da vida nos excessos sucessivos cometidos por esta. Dá-nos a conhecer assim o mundo das drogas e do álcool, retratado em flashbacks.
Numa chegada a casa tardia, Maria encontra a mãe inquieta à sua espera. Esta preparava-se para lhe dar uma triste notícia que o espectador “quase não ouve”, isto é, a conversa será manipulada para que o leve a pensar que a mãe da protagonista se encontra preocupada com o estado actual da filha, após a morte fictícia do namorado. Porém, a conversa que estas têm é relativa à doença da qual Maria sofre. Pressionada por saber que lhe restam apenas 3 meses de vida e desorientada pelo rumo que leva, viaja com o intuito de encontrar a sua paz interior.
Abandona a família, os amigos, a vida social, a escola e especialmente o namorado (apesar do espectador não o saber – pensando que este se encontra morto), para que estes não sofram após a sua própria morte.
Maria encontra na praia o que procurava. O barulho das ondas, a presença das gaivotas, a liberdade, a leitura, o encanto do pôr-do-sol, as noites primaveris, a pintura, a esplanada à beira-mar, a música… Serão estes os elementos cruciais para encontrar o seu equilíbrio e a aceitação perante a morte, sentindo-se livre e bem consigo mesma como nunca antes sentira.
Nesta situação, Maria percebe que precisa de se libertar e começa a escrever cartas, como um diário exprimindo os seus sentimentos, não na esperança de que as suas cartas fossem respondidas mas simplesmente tentando expulsar os seus “fantasmas”. No entanto, começando assim a seguir uma rotina, escreve na esplanada da praia, todos os finais de tarde… e acaba por deixar a primeira carta na mesa onde já é costume que se encontre. No dia seguinte, voltando à mesma hora à esplanada do costume e sentando-se no seu lugar de preferência, acaba por encontrar uma carta de resposta à sua – alguém terá encontrado a sua carta e terá respondido deixando a carta-resposta no mesmo sítio onde Maria a deixara, na tarde anterior precisamente à mesma hora.
Espantada com o acontecimento, Maria acaba por responder também à carta do seu correspondente misterioso. Após alguns dias onde várias cartas são trocadas entre Maria e o anónimo, ela acaba por se despedir. Damos a entender aos espectadores que Maria se sente finalmente restabelecida e que se despede e agradece o apoio do “desconhecido” que a tem ajudado a ultrapassar a sua perda. Mas a realidade é que o correspondente não é um estranho como esta pensara, trata-se de João, o seu namorado que, não encontrando outra maneira de a apoiar (sendo que Maria se isolou propositadamente, desejando afastar-se do namorado), encontrou nas cartas, a maneira de a apoiar nesta fase final. E acaba por se despedir, não por voltar à sua vida normal mas sim porque sente que o seu tempo chegou ao fim.
Maria morre alguns dias depois. O espectador é enganado na medida em que pensa que João está morto desde o início da trama sendo confrontado com o final inesperado da morte de Maria. João tem estado sempre presente e a tragédia só se dá no final quando este aparece, pondo uma flor na campa da amada e a Última carta que esta nunca chegou a ler.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Stopmotion - Produto final!
Bola Rebola apresenta:
Uma questão de temperos
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dINzKqbSUpk
Bola Rebola apresenta:
Uma questão de temperos
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dINzKqbSUpk
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Relatório STOPMOTION 02
TÍTULO:
"Uma questão de temperos"
SINOPSE:
E se a nossa cozinha tem mais vida do que achávamos? e se houver um reino perdido em nossa casa?
Está a ser celebrado o casamento real do ano, está tudo contente pelos príncipes! Viva!
Mas algo de muito terrível acontece, algo que irá transformar o calmo reino num caos...
Como irá terminar esta intrigante aventura, será que tudo vai voltar ao normal, ou será que a morte está à porta? Não percam o final, disponível muito em breve, até lá... tenham cuidado com os vossos objectos...
Personagens Principais:
Rainha - D. Pimentinha
Rei - D. Salgado
Vilão - Sr. Pote Malvado
Ovo - Uovo Mau Tine
CENÁRIOS:
Casa da Filipa
MATERIAL NECESSÁRIO:
Máquina fotográfica
Tripé
Utensílios de cozinha (saleiro, capsulas e maquina nespresso, sapatos de criança, cortador de ovos cozidos, pote de alhos)
Objectos de decoração interior
ESTRUTURA/ROTEIRO:
Cozinha
Quarto
Sala
Quarto de banho
Corredor
PLANIFICAÇÃO DO TRABALHO
inicio do novo projecto 9/02/2013
continuação do trabalho 11/02/2013
15/02/2013
17/02/2013
18/02/2013
20/02/2013
ÊXITOS/FRUSTRAÇÕES
Foi difícil começar uma stopmotion toda do início, isso levou-nos a uma grande frustração e a discussões entre o grupo, mas acho que apesar disso conseguimos ter uma nova ideia, unimo-nos e acho que o resultado final será bom.
Em relação a trabalhar em grupo, haver ideias diferentes pode ser complicado de gerir, mas cada vez mais é importante saber trabalhar com outros, porque para já ainda temos hipóteses de trabalhar com amigos, mas no futuro teremos de trabalhar com colegas de trabalho o que ainda será mais complicado.
O produto final desta stopmotion foi muito recompensador, sentimos que o trabalho foi bem conseguido. Penso que nele reunimos um pouco de tudo, animação, drama, comédia não dispensado, claro o amor! Tudo isto com criativade e imaginação conseguida através da vida dada aos objectos!
RECOLHA DE MATERIAIS
Para nos inspirarmos, vimos vários vídeos no youtube, sobre stopmotions, no entanto, antes deste trabalho alguns elementos do grupo já tinham algum conhecimento em trabalhar com o programa sony vegas, tendo criado anteriormente stopmotions, o que ajudou bastante. Queríamos ter passado para o próximo nível conseguindo pôr três stopmotions numa, mas não foi possível porque tivemos de abandonar a ideia inicial e começar um novo projecto.
Aqui ficam alguns exemplos:
http://www.youtube.com/watch?v=2_HXUhShhmY
http://www.youtube.com/watch?v=qBjLW5_dGAM
SOM
A nível de musicas utilizamos varios sons que na minha opinão enriqueceram bastante o trabalho!
Wedding march - Felix Mendelssonh
Sons de cavalos, multidão, sala cheia de pessoas, cri-cri, mar
Imperial march - Jonh Williams
Lets get it On - Marvin Gaye
Born to be wild - SteppenWolf
The good, The bad and the ugly soundtrack - Ennio Morricone
Nahawa - Terrakota
- Título
- Sinopse
- Cenários
- Material Necessário
- Estrutura/Roteiro
- Planificação do trabalho
- Êxitos/Frustrações
- Recolha de materiais
Estas duas ultimas semanas antes da entrega do trabalho foram as mais atarefadas, trabalhámos muito, e acho que como grupo superámo-nos bastante.
Acho que não houve um elemento mais fraco dentro do grupo, sempre que nos reunimos nunca nenhum faltou, tentamos manter o espírito de grupo até ao fim..
Um ficava encarregue da máquina, e os outros dois mexendo os bonecos, ou mudando a luz do local onde estávamos. Dentro desta rotina,íamos sempre rodando as tarefas uns pelos outros...
A nível de ideias posso dizer que também isso correu bem, fomos quase sempre tendo ideias que iam fluindo à medida que a stopmotion ia sendo feita, quer a nível da historia, quer a nível de jogo de planos.
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